Ácido Desoxirribonucleico tem por sigla, em português, ADN. Neste texto, optamos por usar a sigla inglesa – DNA –, por ser a mais conhecida.
O DNA, a Proteína Codificadora da Vida
Descoberto na metade do século passado, o DNA teve seu mapeamento, no ser humano, alcançado no início deste milênio. Ainda, contudo, um mapeamento parcial, já que cadeias moleculares com menos de 200 pares de alelos não foram consideradas pelos algoritmos utilizados. Hoje, sabemos que um expressivo número de alelos foi deixado para trás nos mapeamentos disponíveis — inclusive laureando, com o Prêmio Nobel, os descobridores dos microgenes.
A ciência também sabe, hoje, que apenas cerca de 3 a 4% dos genes são códigos para a produção de proteínas. Os 96% restantes não têm uma função clara e, até bem pouco tempo, ainda recebiam a denominação de genes “lixo” (garbage, no original em inglês).
De fato, não sabermos para que servem não é sinônimo de inutilidade. E, de fato, na natureza, tudo aquilo que não tem função sofre atrofia, tende a desaparecer. Carregar 96% dos genes inúteis é um completo contrassenso evolutivo.
Já há evidências — expressão recorrente no linguajar científico — de que os genes que não expressam proteínas, ou pelo menos muitos deles, de fato têm função moduladora sobre os demais.
Vamos ver mais sobre isso logo adiante.
Decifrando o DNA
Imagine uma população tribal, numa ilha perdida em qualquer oceano, sem ter tido contato com qualquer outra civilização, vivendo isolada do mundo por muitas gerações. De repente, os habitantes da ilha encontram, na praia, um exemplar de um livro, intacto. Ficam folheando o livro, olhando os símbolos que se repetem, tentando decifrar o que está escrito ali.
De fato, qualquer pessoa iletrada, hoje, teria a mesma dificuldade em tentar entender uma escrita convencional. Essa pessoa apenas sabe que os símbolos escritos podem expressar palavras e sons, o que ela compreende. Porém, ela mesma não consegue decifrar a codificação.
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Venha agora para a Pedra de Roseta, que possibilitou ao mundo moderno decifrar os hieróglifos egípcios antigos.
“Esta pedra guarda um decreto de um conselho de sacerdotes, estabelecendo o culto ao faraó. Essa deliberação é registrada em três versões com conteúdo em geral equivalente, mas em escritas diferentes: a superior foi registrada na forma hieroglífica do egípcio antigo; a do meio em demótico, variante escrita do egípcio tardio; e a inferior em grego antigo” (Fonte: Wikipédia).
Foi apenas a partir da descoberta dessa pedra que pudemos entender e traduzir os hieróglifos egípcios e criar a própria egiptologia.
Sem essa descoberta, levada para a França pelos soldados de Napoleão, provavelmente estaríamos, até hoje, quebrando a cabeça para entender os símbolos da escrita dessa antiga civilização.
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Agora, vamos voltar ao DNA.
Estima-se que o DNA humano seja composto por cerca de 3 bilhões de bases nitrogenadas. Assim, se olharmos o sequenciamento dos genes, eles vão aparecer como neste exemplo: CACTTAGCCGGTGAATCGGC… Cada letra representa uma base nitrogenada — Citosina, Adenina, Timina, Guanina —, num total de cerca de três bilhões de letras para todo o nosso DNA.
Estamos, como nossos antepassados antes da Pedra de Roseta, olhando para os hieróglifos e tentando decifrá-los. Ou como aquela tribo, tentando entender o conteúdo de um livro.
Somos pouco mais do que analfabetos em genética.
Sabemos os sequenciamentos, já conhecemos alguns conjuntos de bases (genes) que produzem alguma coisa e, de fato, começamos a entender algumas interações entre eles.
Já conseguimos editar os genes, ou seja, modificá-los em alguma proporção, ou em grande proporção.
Também já conseguimos transferir genes de uma espécie para outra, a transgenia, criando um Organismo Geneticamente Modificado (OGM).
Porém, ainda há uma distância a ser percorrida para entendermos como os genes interagem uns com os outros, embora haja avanços importantes, que paulatinamente estão acontecendo nessa área.
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Algumas Palavras Pessoais
Na minha formação acadêmica e atividades profissionais como engenheiro agrônomo, tive a oportunidade de participar de projetos de transgenia para a agricultura, em empresas para as quais trabalhei.
O que quero trazer aqui é que existe um enorme esforço de inúmeras instituições de pesquisa, buscando o entendimento e expansão dos horizontes do conhecimento humano nessa área.
De fato, existe uma corrida desenfreada na busca pela expansão do entendimento de nosso genoma, de plantas de cultivo, animais de criação, microrganismos, vírus, fungos e bactérias — benéficos e patogênicos. A própria arqueologia está entrando em uma revolução, conforme os códigos de animais, plantas e de nossos próprios ancestrais vão sendo trazidos à luz.
Os desafios que exemplifiquei acima, para decifrar o genoma humano, de plantas e animais de interesse econômico, não têm por objetivo julgar o que está sendo feito, apenas olhar o que é:
Um gigantesco esforço de inúmeras instituições — governamentais e privadas — em dedicação e investimentos, que estão convergindo para mais e mais entendimento sobre o assunto.
Os estudos de genômica surgem como um trampolim para catapultar toda a humanidade para um novo nível de consciência.
Assim, minha intenção aqui é clara: contribuir, somar ao já conhecido, para que essas fronteiras possam se expandir em benefício de cada ser humano e de todo o planeta.
Ainda nesse contexto, menciono a experiência de Santos Dumont, que, após inventar o avião motorizado, entrou em profunda depressão pelo uso de suas invenções em guerras.
Suspeito que a humanidade ainda incorrerá em deslizes éticos no que diz respeito à aplicação dessas tecnologias e, muito possivelmente, já o esteja fazendo, se é que já não tenhamos sido vitimados por seu uso malicioso.
Contudo — e, quem sabe, com celeridade —, a sabedoria e a compaixão hão de prevalecer, acima da morbidade e da ganância.
Assim, deixo registrada minha intenção de acolher, em amor e compaixão, todas as iniciativas para o desenvolvimento da humanidade. Que possamos ir além dos jogos de poder e dominação, para nossa cura e harmonia neste planeta.
A Genômica Mecanicista
Os estudos de genômica, na sua forma tradicional, apontam para um beco sem saída.
A interação de 3 bilhões de bases nitrogenadas leva a números astronômicos de combinações possíveis. Ainda que, por meio do uso de computação extraordinariamente potente — como a chamada Inteligência Artificial — para análise de dados, o resultado limitar-se-á a apontar genes que podem ou não gerar, por exemplo, alguma disfunção ou interações gênicas lineares.
Sim, essas pesquisas genéticas já são e ainda serão muito úteis, garantindo a lucratividade de inúmeros projetos em prol da saúde humana e da produção de alimentos. Porém, ainda serão, talvez por algum tempo, facetas limitadas do entendimento da genômica e da própria vida.
Para ajudar a explicar o que estou transmitindo aqui: toda a metodologia de pesquisa é baseada no isolamento de fatores. Temos 3 bilhões de fatores que se combinam em grupos variáveis, cuja imensa maioria tem funções completamente desconhecidas.
É como uma teia de aranha, se eu mover um segmento, toda a teia se move. Assim, estão pesquisando qual a influência de um gene específico sobre todos os outros, com bilhões de possibilidades. Depois, qual o efeito de dois genes pareados sobre todos os outros, e assim por diante, conduzindo a um quebra-cabeça com praticamente infinitas possibilidades.
Contudo, com o enorme fluxo de investimentos e a expansão das tecnologias de informática, provavelmente veremos avanços expressivos, mas há muito mais a ser desvendado, como veremos a seguir.
A Consciência Humana
Existe a tese, comprovada, da interação entre o observador e o objeto de estudo. Na física, é bastante conhecido o comportamento dual, de partícula ou de onda, de elétrons projetados numa tela através de dupla fenda, conforme o observador está presente ou não.
Ou seja, se o observador está presente, acontece uma coisa; se ele não está presente, acontece outra. Essa tese é referendada por inúmeros experimentos e pesquisadores: o observador interfere no experimento!
O resultado que eu espero, é o que tem maior probabilidade de acontecer!
Agora, quem é esse “eu” que espera que algo aconteça?
A própria definição da consciência ainda está, na nossa ciência, atrelada à matéria. A busca científica parte do princípio de que a matéria gera a consciência, de que aquilo que você chama de “eu”, aí dentro de você, é fruto de uma série de impulsos elétricos cerebrais, e só!
Contudo, o próprio experimento mencionado acima, realizado pela primeira vez nos anos 60, já demonstrou que a consciência interfere na matéria. De fato, há inúmeros resultados experimentais apontando o poder da consciência sobre o corpo humano. Sobre todas as suas áreas, e fora dele, além do corpo humano.
DNA, a Nova Fronteira
Cada núcleo de cada uma das 30 a 40 trilhões de células de um corpo humano contém exatamente a mesma codificação genética.
Esse código genético “idêntico” em cada célula confere a “identidade” física de cada pessoa.
Contudo, mesmo gêmeos univitelinos (genética idêntica) são diferentes. As mães rapidamente identificam características individuais que os diferenciam.
A epigenética busca explicar os fatores externos que geram essas diferenças, sempre como consequência do meio, da matéria e de influências externas.
Porém, pergunto: onde está o observador? Aquele que interfere no experimento?
Os gêmeos nascem e cada um tem um observador distinto dentro de si!
Ao longo de suas vidas, eles vão tendo experiências distintas, o que gera efeitos distintos sobre o genoma de cada um (epigenética). Mais ainda: o observador interior de cada um é distinto, o que acrescenta e determina uma resposta diferente aos estímulos recebidos.
Assim, podemos expandir os conceitos vigentes para: genoma, epigenética (influências externas) e consciência (influências internas).
A Consciência e o Genoma
A experimentação científica já comprovou que os nossos genes respondem ao que pensamos e sentimos.
Se sentimos tristeza ou raiva, os genes se contraem. Se sentimos alegria e amorosidade eles relaxam. Como molas sobrepostas em inúmeras camadas, os genes reagem instantaneamente ao que pensamos e sentimos.
Aqui há dois aspectos a ressaltar:
1º – Os seus genes respondem apenas a você. Mesmo uma amostra de sangue retirada do seu corpo, vai responder apenas a você.
2º – Não há intervalo de tempo entre o seu sentir ou pensar e a resposta dos genes. Intervalo de tempo zero. Mesmo a amostra de sangue sendo levada a grandes distâncias (do outro lado do planeta), a resposta é sempre instantânea. A resposta em todos os núcleos celulares é simultânea. O DNA de todas as células trabalha junto, em absoluta sintonia com você e apenas com você!
Portanto, há uma identidade, uma identificação dos seus genes com você. Eles interagem com você em tempo integral e sem intervalo de tempo ou distância, instantaneamente.
Respire fundo e vamos dar mais um passo:
Você está habitando o seu corpo físico aqui, e uma amostra do seu sangue está lá, perto de Júpiter (leva quase uma hora para a luz chegar daqui até lá). Contudo, tuas células, lá em Júpiter, respondem ao que você sente aqui, instantaneamente.
Segundo a física relativista, nada pode ser mais rápido do que a velocidade da luz. Logo, para haver tempo zero entre o meu sentir e meu DNA responder é porque a distância é zero.
Portanto, a ruptura da curva espaço-tempo aponta para uma realidade supradimensional do nosso genoma. Ou seja, os genes operam em mais dimensões, além desta em que vivemos, onde as leis da física são diferentes das que temos nesta dimensão.
Mais do que isso, significa que você está aqui e lá, ao mesmo tempo. Ou seja, você está em mais de um lugar simultaneamente. Você está em cada célula do seu corpo, que, através do DNA, opera em conjunto.
Mas você não está consciente disso. Ainda não.
Ocorre que você pode escolher trazer a sua percepção para isso e mudar sua relação com seus corpos.
O DNA é Senciente!
Ou seja, ele sabe que existe!
Há uma consciência multidimensional em nosso DNA!
A consciência do DNA reconhece a sua própria existência.
Isso é possível porque a sua consciência é multidimensional. Porque você é multidimensional!
Essa realidade é percebida pelo corpo mental como um desafio. Aceitar a existência de consciência fora do campo mental é uma ruptura com todos os conceitos baseados no antropocentrismo e na matéria.
A percepção da consciência multidimensional do DNA abre um gigantesco potencial de expansão da própria consciência humana, muito além do intelecto mental.
A Interação Entre Você e os Seus Genes
No exato momento da concepção de seu corpo físico, você já estava lá.
No instante em que os genes do espermatozoide (com metade dos genes de seu pai) se fundiram com os genes dentro do óvulo (com metade dos genes de sua mãe), os seus pais criaram vida!
Houve uma explosão de luz naquele momento.
Eles deram vida ao corpo físico que você está usando agora.
Você recebeu a combinação de genes, metade de seu pai e metade de sua mãe biológicos, hoje presente em cada célula sua. Uma combinação única e exclusivamente sua, para viver esta vida através deste corpo que você está usando.
Você estava lá nesse preciso momento, fincando a sua bandeira, a sua assinatura energética, a sua presença: este corpo é meu!
No exato momento da concepção, você vivenciou um alinhamento com os genes recebidos. Eles, os genes, aceitaram você. Como uma orquestra, aceitaram você como o maestro deles. Uma ligação muito forte, que só se desfaz com a morte do corpo físico.
É fundamental entender que, como maestro, a sua banda de genes vai tocar a música que, apenas e tão somente, você escolher.
Você é o mestre, o maestro de seus genes.
Conforme você ocupa o seu novo corpo, com sua presença e o seu comando, o corpo e o DNA começam a se moldar para se alinharem com você – e não o contrário.
Inclusive, ao receber uma transfusão de sangue ou um transplante de órgão, um processo de ajuste é disparado. O corpo consciente vai, através do DNA, trabalhar para harmonizar a genética estranha ao corpo. Aos poucos, o DNA do novo órgão vai sendo moldado e estabilizado pela consciência do DNA do corpo que recebe o sangue ou órgão transplantado.
Há ferramentas já ancoradas no planeta, em Frequências de Brilho, para dar suporte a essa transição.
O observador, a consciência, interfere no corpo e nos genes.
Você, o observador, tem o poder de modificar os genes e, portanto, o próprio corpo.
A música que você solicitar será tocada pela banda, o DNA. E, ainda que exista outro corpo no mundo com a mesma composição genética (gêmeos univitelinos), e ainda que eventualmente esse outro corpo tente tocar a mesma música, ela será diferente, pois o maestro é outro.
O DNA responde ao maestro, e essa identificação cria um ser humano único. Ainda que, eventualmente, fossem produzidos em série, por clonagem, cada clone humano seria único, pois haveria um maestro (consciência) diferente para cada corpo.
Enquanto senciente, o DNA atua de acordo com a demanda do maestro. Pode ser como um murmúrio quase mudo, uma orgia sonora caótica, uma canção de ninar ou uma grande sinfonia.
Quem manda é o maestro, é você!
A Comunicação Com o Seu DNA
A sua mente do ego, aquilo que você chama de “eu” aí dentro de você, não está habilitada para interagir diretamente com o seu DNA.
Isso porque a frequência vibracional, a tridimensionalidade da mente do ego, não alcança a multidimensionalidade do DNA. Assim, existe um filtro entre a mente do ego e o seu DNA.
Caso não houvesse esse filtro, o seu corpo estaria oscilando abruptamente entre flutuações emocionais. Sem esse filtro, por exemplo, numa crise depressiva, o seu DNA poderia desencadear um processo muito acelerado de declínio, podendo facilmente levar à morte do corpo físico.
O filtro impede o que, numa analogia, seria colocar uma pessoa sem qualquer conhecimento ou treinamento para pilotar um avião de malabarismo.
Portanto, o caminho para conversar com seus genes é outro: a glândula pineal.
Essa glândula interage com o quarto corpo, o do coração, respondendo diretamente a ele.
A ativação da glândula pineal depende da abertura do coração. Esse sistema integrado, coração-pineal, vibra numa frequência muito mais elevada do que a mente do ego, que está limitada a operar dentro da 3ª dimensão. O coração e a pineal são multidimensionais e, apenas por meio desse sistema, é que você pode interagir com o seu DNA, que, igualmente, é multidimensional.
Toda a comunicação através do quarto corpo e da pineal acontece de forma intuitiva, e não por meio de raciocínio lógico do terceiro corpo, o mental.
A intuição vai se manifestar através do mental, mas ela nasce no coração e é transmitida através da pineal.
Cura e Rejuvenescimento
Doença e envelhecimento são consequência direta da sua comunicação com o seu DNA, ou, mais propriamente, de uma comunicação precária entre você e o seu DNA.
— Não, Deepak, isso não é possível; eu contraí um vírus que me causou uma gripe, ele veio de fora.
O seu sistema imunológico responde ao DNA. Conforme o seu DNA cria ou não uma deficiência imunológica, o vírus consegue se desenvolver ou não no seu corpo. E, novamente, quem está no comando do seu DNA é você.
Você está deprimido? O seu sistema imunológico está deprimido.
É você, em cada momento de sua vida, quem vai programar o seu DNA de acordo com tudo o que pensa, sente e fala. Aquilo em que você acredita torna-se verdade para você, é verdade, é a sua verdade.
Envelhecemos porque enviamos mensagens ao DNA para fazer isso. Ou seja, geramos novas células com menor vitalidade do que as velhas. É você no comando!
Porque você foi ensinado — e aceitou isso como verdade — que as pessoas envelhecem! Você olha ao seu redor e vê as pessoas envelhecendo e morrendo. Veja o que é dito em praticamente todos os artigos sobre o assunto: “O envelhecimento é inevitável”.
São inúmeros os casos exemplares de pessoas que sofreram um grande impacto emocional, uma grande perda financeira ou de entes queridos e, da noite para o dia, os cabelos ficaram brancos e a pessoa passou a mostrar claros sinais de senescência.
É você no comando do seu DNA!
Por outro lado, se eu e você enviarmos a mensagem correta para os nossos respectivos DNAs, as doenças deixarão de nos afetar e nossos corpos vão rejuvenescer?
Resposta: absolutamente sim!
DNA Multidimensional
Há doze dimensões que permeiam o genoma humano.
As bases nitrogenadas, na forma de espirais em dupla hélice sobrepostas, que vemos ao microscópio (DNA), representam apenas a 1ª dimensão de um total de doze.
Essa primeira dimensão material é central e, por meio de indução magnética, interage com todas as outras dimensões de si mesma.
Há um campo magnético no DNA, e já existem pesquisas evidenciando esse fato.
É essencial ter clareza de que vivemos em um plano de livre-arbítrio. Portanto, a escolha e decisão de cada ser humano, do maestro, é sagrada.
Não há qualquer julgamento ou condenação sobre as escolhas de cada um. Isso pertence apenas aos dramas do mundo, a todos nós, enquanto ainda vibramos em momentos — ou muitos momentos — na dualidade, no próprio drama.
Neste plano dual, toda ação, pensamento, emoção e, principalmente, intenção e crenças criam a realidade ao redor de cada indivíduo e de cada coletividade.
Quanto mais nos alinhamos com a pureza do coração — o quarto corpo —, mais dimensões do DNA são ativadas e/ou ativadas em maior intensidade.
Não é um processo linear, nem mesmo gradual. Há um entrelaçamento entre todos os níveis dimensionais do DNA.
Novamente, imagine uma teia de aranha, em que você mexe em um dos fios e todos os demais respondem. Você toca em apenas um, mas está mexendo em todos ao mesmo tempo.
Agora, imagine essa teia estendendo-se não apenas em um plano, mas para frente e para trás também, ou seja, em todas as direções. Essa seria uma teia complexa de três dimensões.
Projetar essa teia para a quarta, quinta e dimensões acima está além da compreensão da mente humana. Porém, podemos sentir, de alguma forma, essa extensão através do quarto corpo, o coração.
A humanidade ainda acessa um nível bastante restrito do potencial do DNA, embora já esteja disponível um acesso expandido. Há uma abertura em expansão para ativar essa grade multidimensional para todos aqueles que escolherem, conscientemente, buscar por isso.
O realinhamento da consciência com o próprio DNA constitui a pedra angular para criar uma nova relação com os nossos corpos.
Conforme harmonizamos e expandimos a comunicação da consciência com o DNA, cura e rejuvenescimento acontecem.
O adoecimento e envelhecimento das células não são “processos naturais” ou pré-programados, tampouco inevitáveis.
Eles decorrem da própria ausência da consciência no corpo, ao que o DNA nas células responde. Esses processos também decorrem de crenças autolimitantes, da própria crença no envelhecimento como inevitável, ao que o DNA igualmente responde.
O tempo todo você envia mensagens para o seu DNA. Ele te ouve o tempo todo!
O Genoma Foi Concebido Para Se Perpetuar!
Tudo aquilo em que você acredita profundamente a seu próprio respeito é expresso como realidade pelo seu corpo, através de seu DNA, que te ouve o tempo todo.
Portanto, é a sua consciência quem manda nessa intrincada e complexa estrutura multidimensional, representada, em forma didática, através d’Os Corpos da Alma, nos seus vários corpos que pertencem à sua alma.
Todo o projeto d’Os Corpos da Alma diz respeito a não apenas trazer informação (luz) para este mundo, mas, por fundamento, a colocar essa luz em ação. Em outras palavras, nosso projeto não é teórico, mas essencialmente prático, existencial.
Saiba que, conforme você lê ou ouve estas palavras, recalibrações acontecem. Novas conexões cerebrais são ativadas.
Ao nível do DNA, não apenas correções estruturais são feitas, mas áreas inteiras do próprio DNA são desbloqueadas.
Há muito a ser feito no sentido de recalibrarmos e realinharmos nossos campos energéticos ao DNA. Há grandes passos a serem dados para ativarmos nosso próprio DNA para a cura e o rejuvenescimento.
Esses passos já estão sendo dados.
A “Profecia da Autocura” foi canalizada em 2011, por Christine Day.
O escopo do projeto Os Corpos da Alma é trazer a Profecia da Autocura para a realização.
As ferramentas já foram disponibilizadas e, exatamente por emanarem do próprio coração, não há como industrializá-las ou militarizá-las — isso mesmo, transformar essas ferramentas em armas de guerra ou de controle sobre as populações.
Caminhamos ativamente em direção à Autocura.
Acostume-se com a ideia.
O 24ᵒ Cromossomo
Todas as espécies chamadas de superiores possuem um número par de cromossomos e, na sua imensa maioria, divisível por quatro.
Contudo, a espécie humana carrega 23 cromossomos identificados e mapeados.
Há uma característica humana interessante: a de ignorar aquilo que não queremos ver.
Fazemos isso com nossos corpos: aquilo que não queremos sentir ignoramos; e, se doer, tomamos um remédio para esconder a dor de nós mesmos.
Não há uma explicação clara ou aceitável para esse fenômeno. Logo, a ciência passa em branco nesse item.
Bem, aqui não vai passar em branco.
Existe o cromossomo de número 24.
Ele existe, porém em dimensões mais sutis, portanto, nesta dimensão, ele não é visível.
Foi dito acima que os genes são estruturas multidimensionais, ou seja, estão em várias dimensões ao mesmo tempo.
O 24ᵒcromossomo está nas dimensões acima, apenas não nesta.
E qual a consequência?
Ao não estar presente nesta dimensão, esse cromossomo não pode estar ativo neste plano físico.
Muito bem, então. E se ativarmos esse cromossomo, o que acontece?
Resposta: cura e rejuvenescimento!
Expansão da consciência como nunca antes!
Ativar o 24º cromossomo significa, na verdade, elevar a frequência vibratória do seu corpo para a dimensão onde esse cromossomo existe.
A distância entre o DNA e a consciência diminui conforme a consciência se eleva dimensionalmente, o que faz o corpo se elevar dimensionalmente para sustentar as frequências mais elevadas do Self.
Em outras palavras, conforme o corpo físico, a ferramenta ascensional, passar a vibrar em frequência mais elevada, o 24º cromossomo passará a ser visto. Não porque esticamos nossos pescoços para olhar para um plano dimensional mais elevado, mas porque nos elevamos além desta densa dimensão onde nos encontramos, porque ascendemos.
Este é o tempo.
A hora se aproxima da “descoberta” do 24º Cromossomo.
De fato, já está acontecendo; há muitos níveis intermediários, e a escalada já começou.
Bem-vindos ao novo mundo. Bem-vindos a Os Corpos da Alma.
Não perca as novidades