Estamos vivendo em duas realidades de forma alternada ou concomitantemente.
De fato, estamos vivendo em mais de duas realidades dimensionais, conforme oscilamos entre espaços de centramento – de plenitude – e os dramas dentro de nós e ao nosso redor.
Caminhamos ativamente para o que é denominado 5ª dimensão, conforme a dualidade cessa dentro de nós.
Nesse processo, podemos oscilar entre extremos de grande estabilidade e centramento e uma grande crise emocional, enredando-nos no drama da escassez, do ódio, do medo.
Há vários níveis dimensionais entre esses extremos; podemos chamá-los de subníveis dimensionais ou interdimensionais. Essa gradação é mental e, portanto, muito limitadora em relação ao que realmente é a experiência.
Talvez você possa aceitar que, todo esse espectro, toda essa amplitude dimensional, está disponível para você experienciar, vivenciar, quase ao mesmo tempo ou em momentos intercalados.
Nunca foi assim antes, neste planeta.
A possibilidade de você navegar através desse amplo espectro dimensional é algo recente e inédito em toda história humana e do próprio planeta.
Observe-se!
Num determinado dia, você acorda alegre e confiante. Aí olha seu extrato bancário e vê a conta do cartão de crédito sendo anunciada. A alegria se vai. Entra a ansiedade.
Entra uma mensagem do seu chefe, criticando seu baixo desempenho comercial ao longo do último mês, ignorando completamente o aumento de preços nos produtos da empresa. Entra o medo de ser demitido.
Em desespero, você tenta falar com vários clientes. E, como se eles sentissem o seu desespero, “não podem falar com você agora…”.
Depois de navegar o restante do dia em desespero, um amigo ou ente querido o acolhe num abraço de solidariedade e compaixão, fazendo você ver o quanto é importante para aquele negócio, e que, se o mandarem embora, os concorrentes o receberão de portas abertas.
Você se acalma, e o medo se vai. A confiança volta.
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Lembro-me de certa ocasião em que andava de um lado para outro na minha sala, no escritório da empresa em que trabalhava, de fato, aguardando ser chamado pelo meu então chefe para ser dispensado.
Foi algo angustiante, dado o apego que eu tinha à posição em que me encontrava.
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Somos capazes de ir do céu ao inferno em questão de segundos. Sim, isso sempre foi possível, mas a amplitude e a intensidade, hoje, são imensamente maiores do que em qualquer tempo já vivido neste plano terreno.
Não sem motivo, a humanidade viveu tempos de pandemia, em que nos encolhemos de medo dentro de nossas casas.
O burnout — uma forma de colapso mental, em geral temporário — que vem assolando as pessoas em vários níveis de hierarquia, nas mais diferentes organizações.
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Nesta caminhada rumo ao fim do sofrimento como forma padrão de evolução, há aqueles que caminham na direção oposta, sustentando a 3ª dimensão conforme seguem alimentando o medo — ora como vítimas, ora como perpetradores do drama, da raiva, do ódio.
Podemos continuar oscilando, e o faremos, conforme escolhermos nos sujeitar ao medo.
Ajudamos a construir ou aceitamos, ao longo das nossas diferentes vidas neste plano, inúmeros programas de sobrevivência, mas, principalmente, programas de percepção distorcida da realidade, que seguem nos arrastando de volta ao medo.
Observe o que você sente. O que sente em relação às pessoas ao seu redor? Em relação às situações noticiadas?
Raiva? Angústia? Ressentimento? Medo?…
Conforme você permite ser envolvido por essas energias densas, conforme se identifica com elas, permanece na dualidade. De fato, você afunda na dualidade.
Em oposição, conforme se estabiliza, conforme busca a paz, a alegria, a compaixão, o amor, você está se catapultando para a 5ª dimensão.
Observe que não existe “ficar em cima do muro”, no que se pode chamar de 4ª dimensão: ou você ascende ou você “descende”.
E perceba que descender é mergulhar num espaço de desespero e medo, raiva e frustração — um espaço dimensional que traz a realização de todos os medos; um espaço de ausência de alegria.
Saiba que a dualidade caminha aceleradamente para deixar de existir, conforme você escolhe.
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Contudo, haverá o momento disruptor. Um disparar da mudança abrupta. Será repentino, breve, porém extremamente intenso.
Para as pessoas que estiverem alinhadas consigo mesmas, será como uma inundação de alegria, de êxtase.
Para aqueles presos à dualidade, ao drama, esse momento será percebido como avassalador, pois toda a densidade dentro deles virá à tona de uma só vez, numa dramática sensação de sobrecarga emocional.
Muitos não conseguirão suportar essa sobrecarga e vão desencarnar.
Tenha claro que, mesmo desencarnando, essas pessoas estão vivenciando um processo de redenção. O desencarne é a forma como muitos vão conseguir lidar com as densidades em seus corpos. Haverá uma gigantesca liberação de densidades nesse processo.
Ascensionar não significa jogar fora as suas experiências na dualidade, mas acolher tudo o que você vivenciou e sentiu. Absolutamente todas as experiências. Tudo o que está dentro, tudo o que está fora.
Todos os julgamentos, todas as condenações, todas as rejeições, todas as lutas — dentro e fora.
Ascensionar significa tornar-se um, com tudo e com todos.
Fim de jogo. Fim da dualidade para quem escolher.
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Haverá, porém, aqueles que vão escolher mergulhar na dualidade mais e mais. Até que possam então, começar a voltar para casa.
Viciadas, essas pessoas não conseguem ficar sem suas adições em emoções densas: poder, controle, dor, sadomasoquismo, sofrimento, raiva, medo etc.
Pode ser que você veja pessoas queridas e amadas seguindo esse caminho.
Saiba que elas voltarão. Você vai reencontrá-las. Elas apenas vão precisar de um pouco mais de tempo, até escolherem abrir mão dos jogos da dualidade. E elas terão espaço para isso neste plano dimensional alternativo, dual, denso, por escolha própria.
Conforme você ascensiona, essas pessoas podem escolher se afastar de você, pois não vão suportar ficar perto — daí a necessidade de se afastarem.
Até porque, uma vez em ascensão, você vai perdendo a serventia. É preciso que você esteja no drama, na raiva, na culpa, no medo, para ser útil a alguém viciado nos jogos da dualidade. Para ser manipulado, para servir a essa pessoa.
Se você não oferece o que ela quer, ela se afasta. Ainda mais por não conseguir aguentar ficar perto da sua luz.
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Pode ser um desafio estar centrado em você mesmo e sustentar isso enquanto outros, ao seu redor, estarão eventualmente partindo, afastando-se dimensionalmente de você.
Entenda: você não pode escolher pelos outros. Mas pode tornar-se um centro de estabilidade para si mesmo e para os outros, ao seu redor, conforme eles escolherem.
Permita-se irradiar a sua luz no mundo! Outros vão se inspirar em você.
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Quando esse evento vai acontecer?
Aponta para ser nestes próximos anos — ou a qualquer momento.
Não, não seremos avisados.
Não há contagem regressiva. Não depende de linhas do tempo, mas, sim, da configuração do momento energético do planeta.
Ou seja, há uma recalibração constante do planeta e, conforme a frequência coletiva alcançar um determinado patamar, o salto dimensional será disparado.
Até lá, o fluxo energético para a ascensão do planeta apenas faz aumentar. O fluxo está crescendo de forma exponencial, numa magnitude sem precedentes em toda a história do planeta.
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Portanto, não há um processo passivo.
Ativamente, a cada dia, mais e mais ondas de luz estão impactando o planeta. Não são marolas num lago, mas um tsunami diário.
Essas ondas expõem as densidades, daí tanta polarização mundo afora.
Tudo está vindo à superfície para ser visto.
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Muitos sintomas estão se manifestando nas pessoas por conta dessas ondas de energia: sonolência, fadiga, exaustão, dores de cabeça, estafas mentais (burnout), insônia, crises emocionais, catarses, desconforto digestivo, dores de várias ordens etc.
Esses e muitos outros sintomas podem estar relacionados a essas ondas diárias de luz impactando o planeta.
…
E o que eu posso fazer?
Respire!
Esteja presente com você!
A cada momento, você pode escolher não entrar nos dramas do mundo.
A cada momento, você pode escolher olhar o que está sentindo e respirar; estabilizar-se com a sua respiração.
A cada momento, você pode escolher não entrar no drama do mundo, nos dramas ao seu redor. Respire.
A cada momento, você pode escolher sair dos seus dramas pessoais. Respire.
Você pode escolher ir para algum lugar na natureza — num parque, numa praça — e ter momentos ali. Respire.
A respiração consciente sempre vai trazer você para o aqui e agora.
A respiração consciente estabiliza.
Mesmo em situações estressantes, ao se lembrar de respirar, você pode vir para o seu centro e tornar-se um ponto de estabilização para si mesmo e para os outros ao seu redor.
Mesmo pessoas que não tenham qualquer interesse numa leitura como esta podem entrar em ressonância com você, conforme você se estabiliza, e também se estabilizarem, sendo que nada precisa ser dito.
As Salas de Autocura, os vídeos em nosso canal do Youtube, as Imersões, os Retiros, os Encontros, enfim, todas as atividades d’Os Corpos da Alma trazem os alinhamentos e as programações para ajudar você a se estabilizar.
Ativamente, você escolhe participar de algum evento nosso, ou apenas ver os vídeos, para encontrar o seu caminho único e precioso.
Sim, cada ser humano em ascensão é precioso e único. Essa diversidade é a grande riqueza da experiência humana.
Não é perfeito. Não precisa e nem pode ser perfeito.
Bastam momentos de centramento em você, no seu corpo físico. Respirar, sentir o seu corpo e soltar.
Dê esses momentos a si mesmo. Dê o presente de estar presente com você a cada momento.
Se você está lendo ou ouvindo estas palavras, saiba que você está em ascensão!
Que assim seja.
Não perca as novidades