Estar encarnado neste mundo, nesses tempos de ascensão, abre a possibilidade de escolher alinhar-se com a coerência.

A coerência emana do seu coração, da sua alma, daquilo que é divino em você, daquilo que você verdadeiramente é.

Observe que um coração coerente pulsa de forma consistente e estável.

A pulsação cardíaca, quando não está coerente, aponta para disfunções de várias ordens, que refletem em falta de coerência na saúde do indivíduo.

O corpo físico busca coerência, busca constância, busca estabilidade, busca harmonia.

O corpo emocional busca equilíbrio, busca espontaneidade, busca o relaxamento.

O corpo mental busca presença, para experienciar plenamente sua humanidade.

As ondas de energia de alta frequência que sistematicamente estão banhando o planeta Terra trazem à superfície todos os desequilíbrios, inconsistências, comportamentos viciosos e a própria inconsciência através de todos que caminham em sua superfície.

Desta maneira, podemos perceber um flagrante conflito entre o que buscamos e o que acontece ao nosso redor.

O ruído mundo afora, manifestando-se em conflitos, urgência, julgamento, condenação, indignação, raiva, medo, ambientes densos etc., vai na contramão da coerência que estamos buscando.

Portanto, de um lado temos a maior parte da humanidade manifestando todos os seus conflitos e inconsistências. Toda a loucura do mundo se faz ver. Toda a hipocrisia humana é manifesta, visível, tangível.

Do outro lado, temos a busca interior pela própria maestria, pela própria identidade.

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É altamente improvável perceber a sutileza da sua maestria, da sua luz interior, se você estiver mergulhado no ruído, na urgência, na inconsciência, no drama, na luta pela sobrevivência e na loucura de pessoas dedicadas aos conflitos.

O nosso querido planeta Terra, porém, é eclético ao sustentar a fragrância das flores e os mais sutis aromas, assim como ao ser palco para guerras, mandos e desmandos.

Ocorre que, conforme a frequência do planeta ascende, as densidades ficam mais voláteis e visíveis e, portanto, menos estáveis.

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O nosso magnífico lar planetário sustenta um eterno nascer do sol e um eterno pôr do sol, conforme gira ao redor de seu eixo em sua órbita solar.

A cada segundo, o giro do planeta possibilita o nascer do sol em algum meridiano ao seu redor. Um contínuo espetáculo do nascimento da luz solar a cada momento.

Simultaneamente, o espetáculo do pôr do sol se manifesta no meridiano oposto.

Desta forma, a superfície de nosso lar está sendo banhada com frequências solares em elevação constante, purificando e iluminando os rincões mais escuros, fora e dentro de cada ser humano.

Terra, a grande Mãe, a Mãe Terra, Gaia, mostra o ritmo, sustenta o ritmo, a constância, a permanência.

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Escolher, permitir o alinhamento com o planeta, aponta para ser uma estratégia sábia.

O corpo físico é construído e mantido com os elementos do planeta, da grande Mãe.

Dar ritmo ao corpo, nutrir o corpo com elementos vitalizados pelo sol, com ar puro e águas cristalinas, aponta para ser uma estratégia sábia.

As forças da natureza sustentam todas as frequências de ascensão. Escolher estar em contato com esses elementos, escolher permitir o alinhamento com eles, aponta para ser um caminho hábil.

Nossos ancestrais sustentaram durante muitas eras uma forte conexão com os ciclos do planeta, do Sol, da Lua e das Estrelas.

Contudo, e de forma sintética, ultraprocessada e artificial, fomos levados a negar esta conexão.

O medo da escassez, a ansiedade em relação ao porvir, mergulharam a humanidade no esquecimento.

Perdemos o brilho das estrelas em nossos corações, perdemos a conexão com as forças da natureza, que sempre nos serviram.

Passamos a explorar o planeta, consumir o planeta, desbravar o planeta até a exaustão.

Marchamos nos campos de batalha, carregamos nossos corpos com energias densas, que foram se depositando, camada após camada, criando ao nosso redor um campo de medo e raiva.

Nossa vitalidade foi consumida, exaurida, desperdiçada em conflitos e disputas, em buscas desesperadas para aplacar o medo e a solidão.

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Exaustos da guerra e das batalhas, começamos a soltar a espada, conforme percebemos que as disputas vividas apenas criaram mais conflito, mais sofrimento.

Cansados de impingir angústia a outros, cansados de sermos alvos do sofrimento imposto por outros, começamos o movimento de desistir dos vícios de dominação e controle.

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Buscar coerência no alinhamento com o planeta, com Gaia, sustenta o caminho para resgatar a própria identidade: Eu Sou!

Encontrar, em momentos de quietude, o espaço para curar velhas feridas de guerra, feridas que nunca cicatrizaram, feridas abertas em campos de batalha. Batalhas travadas contra desconhecidos, contra conhecidos, contra entes queridos.

Batalhas travadas dentro de nós mesmos, agredindo nossos corpos físico, mental e emocional, com as mais variadas toxinas.

Toxinas físicas e alimentares, toxinas mentais, toxinas emocionais.

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Viver estes tempos abençoados de ascensão planetária de forma consciente é um ato de poder.

Significa tornar-se testemunha da sua própria transformação.

Significa reconfigurar o seu corpo físico para sustentar a coerência da sua própria alma.

Significa libertar-se dos grilhões da escravidão ao medo.

Significa abrir o portal do coração, para manifestar através do seu corpo físico aquilo que sempre esteve aí aguardando ser descoberto, de fato, aguardando ser redescoberto:

A sua própria Luz.

EU Sou!