O nível XX, na minha formação enquanto terapeuta de Frequências de Brilho, teve grande impacto na minha jornada.

Frequentemente, eu me desconecto do corpo mental durante as iniciações, o que dificulta trazer memórias e lembranças das experiências vividas em outros planos dimensionais.

Esta, contudo, resultou numa viagem consciente e impressionantemente clara.

Havia, na estrutura energética do salão, um cristal diferente no vórtice e, para aquela iniciação, sentei-me bem em frente a ele.

Conforme Christine Day conduzia a ativação energética, eu me percebi sustentado por uma estrutura em arco, como uma cápsula energética, e mergulhei num redemoinho gerado ao redor do cristal. Talvez o que os cientistas chamam de “buraco de minhoca”, que me transportou para outro local, em outra dimensão e imensidão no espaço.

Ali chegando, deparei-me com uma estrutura gigantesca, em forma circular, como uma roda. Absolutamente imensa. Eu podia perceber apenas um segmento desse imenso círculo, mas era clara a configuração em forma de anel. E, conforme eu era conduzido para mais perto, a percepção do gigantismo — que era espantosa — só aumentava e se perdia de vista, preenchendo todo o horizonte. Com mais proximidade, pude perceber uma superfície empoeirada. Uma sensação de muita antiguidade. Aquela nave parecia estar estacionada ali havia muitas e muitas eras.

Logo, pude discernir câmaras por toda a superfície da estrutura, em uma quantidade incalculável. Incontáveis células naquela imensidão estrutural.

Mais e mais próximo, vi que cada célula continha um corpo.

E, finalmente, fui posicionado diante de uma célula específica. Havia um corpo ali dentro. Imóvel, aparentemente inanimado. A superfície transparente e empoeirada. Poeira das estrelas.

Imediatamente, entendi que aquele corpo era meu. Estava ali, em estado de suspensão, aguardando o meu retorno para voltar a ocupá-lo. Retomar aquele que também era meu corpo. Um corpo que eu deixara naquela imensa roda para poder ter experiências em outros planos dimensionais.

Trazer essa memória de volta para o meu lugar e o meu corpo atual no círculo foi desconcertante.

Como resgatar aquele corpo? Como tirá-lo daquela hibernação? Como integrá-lo a este mundo e a este corpo que visto e uso aqui, nesta vida?

Um conflito existencial manifestou-se. Sim, não há a menor dúvida de que aquele corpo na nave imensa é meu. Como receber de volta aquele corpo?

É meu!

A saudade de uma forma minha que não pude trazer para minha experiência neste plano físico.

A tristeza e o desamparo tomando-me novamente, na sensação de total impotência diante de um abismo dimensional entre mim e aquele corpo que também sou eu, ou que representa um aspecto meu.

Fui solicitado a ativar aquele corpo — que é meu, que sou eu. Mas como?

Como iluminar aquela célula? Como preenchê-la com vida? Minha vida.

Ativar o meu lugar na Roda de Luz!