Conversando com Cristina, uma colega de formação em Renascimento, ela falou desta tal de Frequências de Brilho. Achei o nome estranho; porém, no papo, ela explicou ser uma terapia energética nova e me ofereceu uma sessão, tendo recém saído do curso.

Deito-me na maca, e ela aplica, com mãos trêmulas, o que eu soube depois ser o Estágio 1. 

Não tenho memórias do que aconteceu ali. Apaguei, e Cris disse depois que eu fiquei mais de uma hora apagado. 

Um mês depois, lá estava eu em Imbassaí, na Bahia, participando do nível básico com Christine Day.

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O 1º encontro

Havia chegado há pouco na pousada onde aconteceria o nível básico de Frequências de Brilho.

Eu caminhava pelo local, indo para o salão para conhecer o espaço, quando, na direção oposta, surgiu Christine Day, pela primeira vez nesta vida, diante de mim.

Eu travei. Uma sensação de medo congelou todo o meu corpo quando ela me olhou nos olhos. O impacto foi avassalador.

Não consegui me mover, apenas ficar ali, olhando para ela. Após alguns segundos — que pareceram uma eternidade —, ela seguiu em frente, e eu nem “olá” consegui dizer.

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Após o nível básico, a única coisa que me vinha era: quando será o próximo nível?

Essa primeira incursão neste novo universo terapêutico disparou o gatilho de uma corrida alucinante para ancorar mais e mais dessas frequências em minha vida.

Eu havia deixado de ser funcionário com carteira assinada, ou seja, havia deixado de vender dedicação exclusiva a uma empresa e conseguia abrir janelas de tempo para fazer a formação em FOB. Conforme se abria a programação para o próximo ano, a minha agenda se alinhava ao que houvesse disponível.

No mês de agosto, atendi ao nível básico. No ano seguinte, fiz o então avançado, que envolvia o follow up, nível II, Amanae I e nível III. Uma pauleira de mais de 15 dias e, saindo de lá, eu queria mais. Fiz, ainda naquele ano, os níveis 4&5, 6&7 e o primeiro “Professores de Maná”, este com 17 dias de duração. Hoje, considero-me baiano, não por nascimento, mas em função dos muitos e muitos dias vividos nestas terras abençoadas, fazendo os níveis deste trabalho.

Havia uma demanda interior, um impulso desmedido para absorver todos os níveis possíveis no menor tempo possível.

Assim, quando me inscrevi para os níveis 10 e 11, vi que, na sequência, haveria o nível 12, ao que solicitei inscrição também. Fui informado pelo organizador que a prioridade para participar desse nível, que seria dado pela primeira vez no Brasil, pertencia a quem havia feito o 10&11 no ano anterior. Eu disse que, se abrisse vaga, ela era minha. Abriu.

Ao participar do nível básico, eu pouco dormia. Deitava-me por volta das 22h e, no início da madrugada, despertava descansado e cheio de energia. Saía para andar na praia até o sol nascer e, ocasionalmente, encontrava uma tartaruga indo ou voltando da postura. Um animal de poder extraordinário, que traz a energia da Mãe Terra. Tocar o casco desse ser tão amoroso, no seu esforço de caminhar fora d’água, arrastando todo o seu peso, traz a dimensão do seu poder e determinação, honrando sua programação para a perpetuação desses seres incríveis. 

Celebrei o nascimento de muitas tartaruguinhas, amparadas pelo projeto TAMAR. Simplesmente emocionante.

Em contraposição, mergulhar no nível 12, após o 10&11, mostrou-se exaustivo. 

Uma exaustão infinita. Acordava para ir ao salão e, nos intervalos, vinha para a rede. Dormia de 10 a 12 horas a cada noite, numa atração irresistível pela rede em frente ao quarto, pela cama e pelas macas no circuito de iniciações do salão de trabalho. 

Mais do que isso: levei pelo menos 6 meses, após o nível XII, para integrar. Para voltar a ser operacional neste mundo. Talvez você, que está lendo ou ouvindo estas palavras, tenha alguma dificuldade em entender o que possa ser esse período longo de integração. Se quiser ter uma experiência, recomendo assistir a alguma Sala de Autocura, no nosso canal do Youtube: Os Corpos da Alma. Durante toda a sala, talvez você experiencie uma sonolência e, eventualmente, um “apagão”. A mente do ego não consegue processar as frequências transmitidas. Basicamente, o processo de integração diz respeito à adaptação do corpo mental, físico e outros às frequências supradimensionais recebidas.

Aquela foi a única vez que o nível 12 foi oferecido junto com os níveis 10&11.

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Foi também durante o nível XII que nasceu uma nova configuração do meu trabalho terapêutico.

Diana, uma grande amiga, apresentou-se para ajudar no ancoramento desse novo movimento. Tratava-se de um trabalho de quatro dias de duração, a ser oferecido ao público em geral. O trabalho era totalmente ancorado nas novas frequências que eu vinha recebendo.

De fato, a partir do nível XII, fui ungido com a consciência de que tudo o que eu fizesse, a partir de então, neste plano físico, era — e é — assistido por essas energias de quinta dimensão e acima, e pelos dignatários que as trouxeram da Plêiades. 

É muito difícil expressar em palavras a emoção que sinto ao escrever a frase anterior. Uma emoção forte, que mistura alegria com a constatação de propósito para a minha existência.

O nível XII marcou um novo divisor de águas em minha vida. Um novo patamar de consciência na minha forma de estar no mundo. Teve forte influência no que viria a ser Os Corpos da Alma, anos depois. 

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O nível XII disparou ainda outro movimento.

Antes de qualquer nível de FOB ser lecionado por Christine Day no Brasil, ele era, antes, ancorado nos Estados Unidos, pela primeira vez no planeta. 

A mensagem veio clara: “Vá para o círculo norte-americano!”

Cheguei lá no nível XVII. Na época, os brasileiros eram poucos e diluídos naquele círculo com mais de 40 pessoas.

Na apresentação de chegada naquele ambiente (quando cada um se apresenta ao círculo), eu disse que teria sido muito mais fácil aguardar mais um mês no Brasil para receber as iniciações em uma praia tropical. Mas eu fui chamado para estar lá, naquele círculo.

Ainda que eu já tivesse grande experiência em viagens internacionais, inclusive, chegar lá naquele círculo foi desconfortável.

Além do frio regular de fevereiro naquelas paragens, com temperaturas invariavelmente abaixo de zero (0 a -25ᵒC) e um manto de neve cobrindo tudo, naquela primeira participação, a aeronave que fazia o trajeto Miami – Mineápolis (no norte do EUA) acusou algum tipo de problema durante o voo. Descemos abruptamente em Knoxville, o que gerou um atraso de um dia inteiro. Fiquei plantado lá, aguardando o reparo da “rebimboca da parafuseta” da aeronave.

Cheguei em Mineápolis no final da tarde. Perdi a van que me levaria ao Villa Maria — um convento de freiras que alugavam o espaço para eventos. Cheguei junto com o pessoal que havia feito uma parada no mercado pelo caminho.

Houve que tomar um táxi, que não conhecia o local, mas que, com as informações que eu tinha, pude direcionar até o meu destino.

Ficou bastante claro que eu tinha que chegar lá pelos meus próprios meios. Cheguei!  

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Grand Marais

Fomos para Grand Marais: eu, Madha — que, nessa época, também estava fazendo os níveis de Frequências de Brilho comigo, no círculo norte-americano —, e Maryón.

Grand Marais (lê-se gran marré) fica no extremo norte do estado de Minnesota, às margens do lago Superior. O lago faz divisa com o Canadá, mas é imenso e, portanto, a margem canadense não é visível, tal a sua dimensão.

O evento foi no verão, quando as temperaturas oscilavam entre 5 e 20 °C, portanto bem agradável. E sim, a temperatura pode cair de 20 °C para 5 °C em questão de minutos, conforme soprarem os ventos do lago, cujas águas, na praia, oscilam ao redor de 5 °C, também conforme os ventos e correntes.

Christine Day e Alisa, sua companheira, têm uma propriedade magnífica à beira do lago. Esse local tem uma energia muito especial, quase palpável. Christine nos ensina que esse campo energético se deve ao Portal Lemuriano, que está no lago, em frente à propriedade.

Nesse ambiente, Christine construiu um círculo energético com pedras de grande porte. Fomos lá para sermos iniciados na ativação do Star Gate (Portão Estelar).

Como tudo que Christine leciona, o trabalho foi muito forte.

Pelo fato de ter sido conduzido naquele local tão especial, os ambientes dimensionais ancorados eram extraordinários. Parece que o tecido que separa esta dimensão de residência de outros ambientes dimensionais, ali, é muito tênue.

Uma sensação de poder interagir com outros reinos dimensionais sem qualquer dificuldade. É tangível a presença de seres de luz ligados às forças da natureza ali.

Apenas estar lá já é uma benção.

Ahow, Christine.

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