Você está lendo ou ouvindo estas palavras, o que significa que você já tocou, já sentiu, já teve um vislumbre de quem você é.
Vivenciar essa aproximação gera um imenso impacto na sua existência.
A partir dessa experiência, já não é mais possível viver como você sempre viveu.
Não é mais possível existir na velha forma de estar no mundo.
Isso porque, ao vislumbrar o seu potencial, a magnitude de quem você é, torna o “como” você vivencia a sua vida até agora uma caixa altamente limitadora, um condicionamento a uma forma extremamente restritiva.
A figura que costumo usar aqui é a cantada na música de Caetano Veloso, “A Vaca Profana”, que ergue a cabeça “acima e afora da manada”.
Você fez isso: ergueu-se acima do seu próprio condicionamento e teve um vislumbre do seu próprio Sagrado, de quem você é.
Após essa experiência, você não foi mais o mesmo; não é mais possível contentar-se em existir na inconsciência.
A vida torna-se sem propósito, medíocre, sem graça.
Os valores da terceira dimensão já não preenchem a vida de quem está despertando.
A minha experiência pessoal passou por participar de workshops que apontavam para esse devir, experiências em que havia a alegria de colaborar para a construção desse novo mundo.
Foi e tem sido uma jornada de busca, em muitos momentos desesperada, para alcançar algo que consigo tocar, enxergar, sentir e que, em muitos dos meus dias atualmente, consigo sustentar.
Ocorre que ainda falta algo.
Eu percebo não estar plenamente alinhado com esse cenário idílico de paz, harmonia, amor e alegria.
Tampouco tenho encaixe no drama do mundo, na insanidade da guerra, do conflito, da competição, da luta pela sobrevivência.
Claramente, há momentos de emoções densas se apresentando, comportamentos viciosos, velhas energias que ainda se manifestam.
Então, eu olho o que se apresenta, respiro e, conforme reconheço e testemunho a energia, ela se solta. Eu a solto.
Ainda assim, fica a sensação de falta de encaixe, de falta de pertencimento.
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Recomendo enfaticamente aqui, soltar o vício de julgar.
Escolha soltar qualquer julgamento, pois exatamente o julgamento e a condenação são as velhas energias em ação, que prendem como uma tornozeleira de ferro, mantendo-nos cativos a uma corrente, escravizando-nos ao medo da falta, ao medo da escassez.
Respire.
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Você vislumbrou o Nirvana, o Paraíso, a sua própria luz. Existe o anseio, um desejo da alma de resgatar o reencontro com os seus aspectos mais elevados.
Para mim, tem sido uma jornada focada em buscar minha luz como algo imprescindível, algo fundamental, uma determinação voraz de trazer o Céu à Terra para a minha realização neste plano físico.
Ao longo deste último quarto de século, dediquei todo o meu tempo disponível a essa busca. Após deixar de ser diretor de empresas, passei a consultor, o que permitiu dedicar-me cada vez mais a essa busca interior, por meio de formações em terapias energéticas, como Reiki, Renascimento, Frequências de Brilho, Temascal, Danças Xamânicas, Dinâmicas de Grupo, Biopsicologia, inúmeras assistências nos mais diferentes trabalhos e criação de um sem-número de vivências em grupo, que resultaram, há pouco mais de uma década da escrita destas palavras, no projeto: Os Corpos da Alma.
Hoje, alcancei o privilégio autoconcedido de me dedicar exclusivamente à construção desse projeto que, a cada passo, é uma permanente fonte de crescimento e realização pessoal.
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Mesmo que você não tenha uma lembrança clara, sim, você já teve um vislumbre da sua própria luz.
Um momento de grande estabilidade, alegria espontânea, sensação de pertencimento.
Pode ter sido há pouco ou em qualquer momento da sua vida, até mesmo na sua primeira infância.
Sim, você ergueu a sua cabeça “acima e afora da manada”.
A sensação de que existe muito mais a ser vivenciado do que apenas o que lhe foi ensinado, no recalcitrante foco da luta pela sobrevivência.
Ocorre que, entre o vislumbre da sua luz e o ancoramento dessa luz no seu campo energético, existe uma transição.
E é nessa transição que eu e você nos encontramos agora!
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Na transição, eu não me percebo mais pertencendo a um mundo eclipsado pelo medo e pela busca desesperada para “ter”, uma programação velha que me leva a imitar o que outros fazem nas redes sociais, apenas para me sentir seguro, pertencendo a alguma coisa.
O velho mundo ao meu redor não me preenche.
Não me encaixo mais onde, por muitas vidas, estive encaixado.
A caixa ficou pequena, não me serve mais.
Há uma sensação de vazio, falta de propósito em muitas coisas que faço e às quais me comprometi.
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Na transição, o corpo físico não funciona como antes:
Momentos de cansaço, exaustão;
Tontura, sensação de deslocamento;
Dores novas ou velhas, que se movimentam ou não pelo corpo;
O tempo voa, o tempo não é mais o mesmo;
Necessidade de estar mais comigo;
Sensibilidade aumentada para sons altos, confusão;
Etc.
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Na transição, estou com um pé aqui, na terceira, e outro aqui, na quinta dimensão.
Os boletos ainda existem. Obrigações muito reais são apresentadas, cobrando solução.
Urgências pipocando no WhatsApp.
O cano entupiu; a porta do armário da cozinha despinguelou da dobradiça; no restaurante que frequentávamos, a comida andou fazendo mal para mim; a louça suja na pia; desinteresse por coisas que sempre fiz e por pessoas com quem convivi…
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O seu corpo físico é feito com elementos do planeta Terra.
O planeta está ascensionando, e o seu corpo é solicitado a fazer o mesmo, por ressonância.
A frequência vibracional do planeta se eleva, e o seu corpo responde.
Você pode brigar com isso, tentar manter tudo como era antes.
Só que isso nunca aconteceu: não é possível ficar no mesmo lugar, tendo as mesmas experiências.
Isso porque, após cada experiência, você muda. Você não é mais igual ao que você era antes. A experiência mudou você. Após cada repetição de uma mesma experiência, você se torna um pouco ou muito diferente do que era.
Pode ser que você se sinta seguro repetindo velhas experiências. É seguro estar numa experiência em que sei o que vai acontecer.
É o medo no comando da minha vida.
De fato, tudo muda o tempo todo e, a única coisa que não muda no mundo, é a existência da mudança.
Conforme a frequência planetária sobe, a sua frequência tende a subir também.
Ocorre que existe uma carga energética de programas de funcionamento nas energias velhas, residuais, como julgamentos, crenças autolimitantes, medo da mudança etc., que vão conflitar com a própria mudança que chega na ascensão.
Se resisto ao fluxo da mudança que chega com as sucessivas ondas ascensionais, o corpo físico responde, trazendo as densidades para a superfície para serem vistas.
Se eu resisto, se insisto em não olhar, em não sentir o que está aí, as energias residuais desses muitos sofrimentos vão se depositando no corpo, que vai manifestar doenças e envelhecimento, que são formas de liberar densidades, conforme cada um pode em cada momento.
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Ao escolher conscientemente ascender, ao dar permissão para a ascensão acontecer através de você, então as densidades vão sendo mobilizadas.
Como uma peça que estava presa, mas começa a soltar e, em algum momento, desprender-se dos seus corpos.
Mágoa, ressentimento, medo, dores, perdas, lutos, crenças autorrestritivas etc. fazem parte desse desmonte do seu velho “eu”, para dar nascimento a um novo “eu”, uma nova forma de estar no mundo.
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De fato, é um grande desafio viver nestes tempos de transição.
Os velhos padrões do antigo “eu” vão saindo, enquanto o novo “eu” ainda é pouco mais que um vislumbre.
Mais ainda, muitos ao seu redor estão escolhendo continuar a existir apenas na velha energia. Eles têm esse direito. Este é um plano de livre-arbítrio.
Mas você, sim você que chegou até aqui, já não encontra consolo no jeito velho de ser neste mundo.
Saiba que um novo alvorecer está acontecendo.
A cada dia, tornam-se mais tangíveis, palpáveis, as ondas de energia que banham nosso querido planeta.
Cada onda vai revelando os desajustes dentro de você. E cabe a você fazer alguma coisa com isso.
Não é apenas uma questão de intensidade da onda, mas de constância.
Cada onda prepara o mundo para a próxima e para a próxima.
Cada onda ancora mudanças, o que dispara mais trabalho a ser feito.
O trabalho de soltar densidades e de se alinhar com as novas frequências ancoradas, de se estabilizar nessas novas frequências.
Não, não é pouca coisa. É um grande trabalho. Um trabalho grandioso.
E todo esse trabalho acontece dentro de você!
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Você e eu viemos para experienciar e ancorar essa transformação através de cada um de nós neste mundo, para, nesta época, estarmos vivenciando o despertar dessa nova realidade dimensional.
Nem por um momento, duvide da sua importância para esse imenso movimento planetário.
Saiba que você é imenso!
Cada ser humano que desperta potencializa em si mesmo e ao seu redor energias de cura e transformação, que você ainda não consegue parametrizar.
Tenha presente que a jornada de ascensão não veio para ser um espetáculo, uma exibição, uma performance.
Tampouco veio para ser uma punição.
Tudo isso são limitações da psique humana da velha energia.
A jornada ascensional é individual e acontece dentro de cada um que assim escolhe.
É você dentro de você.
O trabalho não é apenas saber disso, lendo estas linhas.
O trabalho é conscientemente escolher viver isso a cada dia, todos os dias.
Até que você esteja vivendo isso a cada momento, sem esforço, sem precisar marcar o seu compromisso com a ascensão na agenda.
Até que você vibre nas suas frequências mais elevadas, todos os dias, a todo momento, porque essa é a sua natureza, a sua essência.
É você quem escolhe, é você no comando!
Talvez você sinta vontade de dizer em um tom de voz que você possa ouvir:
EU SOU!
Bem-vindo ao novo mundo. Bem-vindo a’Os Corpos da Alm
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