Com a chegada de 2026, nosso amado planeta ingressou em uma nova era.
O planeta Terra saiu da subordinação ao medo.
É difícil expressar esse feito em palavras, mas vamos com o que temos.
Este é um marco extraordinário para todos nós, uma virada cósmica que se ancorou em nosso ambiente dimensional.
Desde os primórdios da experiência dentro da dualidade, há muitos milênios em nossa linha mental do tempo, caminhamos pelo planeta ora buscando isolamento para poder sobreviver à barbárie, ora enfrentando a barbárie com a mesma moeda, ou seja, com mais barbárie — mergulhando ainda mais no autoesquecimento.
Com o ancoramento da energia Crística no planeta, através de inúmeros avatares na Antiguidade, como Jeshua, Buda Gautama, Mahavira, apenas para citar alguns, foi-nos possível começar a vislumbrar a possibilidade de estabilização em frequências mais elevadas. Vidas e mais vidas foram dedicadas a semear e resgatar a própria consciência, vendo-a brotar, eventualmente florescer e até mesmo produzir frutos — ainda que sob a égide do medo.
A dominação pelo medo alcançou níveis de maestria mundo afora, em grupos de dominação que se reencontram vida após vida, reintegrando as mesmas famílias, grupos e coletividades. Dessa maneira, lograram manter organizações de domínio das mais variadas formas, geração após geração.
Não estamos aqui para julgar, muito menos condenar qualquer experiência vivenciada por cada um de nós e nossas escolhas, ora como vítimas, ora como algozes, dentro de um ambiente denso regido pelo medo.
Pois bem, a hegemonia do medo foi rompida. Ou seja, esse parâmetro energético deixa de ser coerente no planeta.
A coerência de um padrão energético gera sustentabilidade para sua existência.
De fato, quaisquer crenças ou narrativas que se ancorem através de um grupo de pessoas tornam-se verdade para esse grupo.
A crença na escassez, na falta, em não haver o suficiente para todos foi sistematicamente semeada como uma verdade que permaneceu absoluta até os dias de hoje.
Através dessa crença, construiu-se a imagem do adversário, do inimigo. Dela deriva o próprio conceito de separatividade.
Se a galinha do vizinho é mais gorda, eu vou lá e a tomo para mim e/ou para os meus, conforme eu tiver poder arbitrário para isso.
Venha para a possibilidade de olhar para este cenário planetário como um grande palco de encenação dos jogos da dualidade.
O medo imperou inquestionável por longos e diversos milênios.
Agora, não mais.
A coerência planetária sustentada no medo perdeu a dominância.
Isso significa um rompimento gigantesco de barreiras autoimpostas à nossa experiência humana.
Nesta conjuntura, para sustentar a hegemonia do medo, é preciso despender cada vez mais energia.
Veja a luta desesperada de uma nação para se impor perante o mundo, ameaçando diversos países — basicamente indo tomar a galinha mais gorda do vizinho.
Essa é uma expressão da mudança. A cada movimento, vai ficando mais difícil.
Uma sucessão de polarizações, conflitos, corrupção sistêmica, vazamentos de energia — o que apenas expande, cada vez mais, o ônus da ação sem integridade.
Neste processo, rapidamente chegaremos a uma virada, onde o preço a ser pago pela imposição de poder afunda o navio atacante, tamanha a carga.
O desgaste manifesta-se em todas as áreas da organização e da vida daquele que se dedica a manifestar o seu domínio.
A imposição do domínio vai se tornando cada vez mais difícil de aplicar, caminhando rapidamente para a exaustão desse impulso.
Os que facilmente dominavam antes estão vendo os velhos métodos não funcionarem mais — exauridos que estão.
Em desespero, lançam uma onda avassaladora para coibir a desobediência.
Estamos testemunhando isso em diversos países do mundo e, igualmente, dentro de nossas fronteiras, em rasgadas disputas que buscam sustentar a separatividade no país, para impor o domínio de determinado grupo, onde imperam a desconfiança e a corrupção.
A intensidade desse movimento desesperado tende a aumentar ainda mais, exaurindo aqueles viciados em poder.
O que fazer?
Respire!
Conforme você e eu nos estabilizamos em uma energética de paz, de quietude, começamos a entrar em coerência — em alinhamento com quem somos.
A expansão dessa coerência, baseada no coração, lança os dominadores de plantão a uma empreitada cada vez mais difícil.
Veja: se você vibra em estabilidade emocional, mental, física, então você emana isso para o mundo e retroalimenta essa vibração ao seu redor e na sua vida.
Os adeptos do poder a qualquer preço retroalimentam o medo em suas vidas e as criações derivadas para si mesmos, definhando a capacidade de dominar o outro e despendendo volumes crescentes de energia para isso.
Eles não estão entendendo o que está acontecendo.
Se você estiver vibrando no medo, estará “doando” sua energia vital aos dominadores.
Ao sustentar estabilidade em sua vida, seu entorno se estabiliza também — assim como as pessoas ao seu redor.
Neste espaço, você preserva a sua integridade e, passo a passo, vai fechando os vazamentos.
Relaxe: não precisa — e não será — perfeito.
A cada dia, você pode escolher a estabilidade, a quietude dentro do possível.
Você vai entrando em ressonância com sua própria integridade, manifestando-a em pequenas decisões, pequenas escolhas, conforme aquilo que está diante de você.
Finalmente, atente ao seguinte:
A coerência pelo medo está desmoronando.
Contudo, é necessário escolher deletar esses programas ligados ao medo dentro de cada um de nós.
Isso porque, durante muitas vidas, eu e você servimos a esses programas — não importa se como algozes ou vítimas — mas tomamos esses programas como verdade.
Aceite a possibilidade de uma nova verdade, algo como:
Eu sou capaz de criar toda a abundância de que preciso para caminhar em direção à minha própria luz.
Eu escolho me servir de um caminho de paz e estabilidade interior.
Eu Sou!
Trabalhe com isso. Conscientemente, escolha retornar à sua coerência.
Que assim seja.
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