Sempre foi agora, mas agora é mais agora!

 

Há dois mundos coexistindo.

Há duas realidades simultâneas em plena manifestação, neste exato agora.

A separação destas duas realidades é tênue, recorrentemente relatada como um fino véu.

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Uma destas realidades, a do velho mundo, está ruindo, desmoronando.

O processo de desintegração, de colapso, está exposto, visível, tangível, palpável.

Olhe ao seu redor, respire fundo e apenas testemunhe, em amor e compaixão.

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Sim, podemos discutir infinitamente os “grandes” temas planetários:

As guerras, as eleições polarizadas, os terremotos, os calores, os frios, os ventos, as chuvas, as secas…

Talvez você consiga perceber, nisso tudo, um sabor desbotado de comida requentada.

Apenas mais do mesmo.

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Agora, venha mais fundo.

Olhe ao seu redor.

Olhe para as pessoas.

Olhe para os comportamentos repetitivos.

Repetindo padrões, como um disco riscado.

Olhe no espelho.

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O “modo zumbi” impera.

Inconscientemente, as pessoas repetem padrões de comportamento a cada dia, a cada momento.

O propósito da repetição: sentirem-se seguras.

Ingerem o que for preciso, para não sentir uma fragilidade que vem lá de dentro, lá do fundo.

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No supermercado e no atendimento da companhia aérea para Madha embarcar no aeroporto: funcionários perdidos, enrolando-se com suas funções. Os clientes reclamando da ineficiência. As filas se estendendo…

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Eu e você transitamos entre estas duas realidades.

O velho mundo chamando você o tempo todo:

O clima de medo coletivo.

O medo da falta.

O medo da mudança.

O medo de envelhecer.

O medo de adoecer.

O medo de não sobreviver…

Pensamentos infinitos e repetitivos; o disco riscado.

As redes anunciando a notícia disruptiva, catastrófica, quantos morreram…

Todos gritando para ter a tua atenção… Para ter o teu like…

 

O novo mundo, está aí:

De fato, sempre esteve aí, bem no teu centro.

Não está fora.

Está dentro.

Está na quietude interior.

Esperando você voltar para casa, para quem você é.

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Respire fundo.

Ainda que apenas no momento da expiração, você consiga se estabilizar… celebre.

O ruído vem de fora.

Você se acostumou com ele.

Você se treinou para estar neste ruído, todos os dias.

Rolar a telinha.

Informar-se de tudo o que está acontecendo ao teu redor e no mundo.

Um ruído permanente.

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Talvez você se sinta exausto.

A sua atenção no ruído de fora, no ruído de dentro.

É só ruído.

Você escolhe dar uma caminhada, sentir o vento, sentir o sol, sentir a chuva. Sentir o corpo.

Você respira fundo.

O ruído cessa, ainda que por uma fração de segundo.

É poderoso.

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A tua ascensão não vai vir de fora.

Isso porque ela já está aí dentro.

Não é através desta ou daquela técnica.

Mas de você escolher olhar para dentro, para a sua profundidade.

E agora, tenha claro: não é apenas de vez em quando.

É todo dia, é todo agora.

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Sim, você ainda vai transitar entre os dois mundos:

Você lê ou ouve estas palavras e, então:

Rola a telinha…

Mais uma notícia assustadora.

Mais um vídeo engraçado.

Mais um vídeo instrutivo…

Ou

Respire fundo.

E escolhe estar dentro de você.

Olhar o que o seu corpo está sentindo.

Dar a você um momento de quietude.

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Você veio a este plano físico, nesta época, nesta vida, para ascensionar.

Para viver a experiência de voltar a ser quem você é.

Tudo já está aí, dentro de você.

Você tem ajuda, você tem suporte.

Mas quem faz o movimento é você.

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O desafio é desapegar-se do velho mundo.

Desapegar-se dos jogos da dualidade.

Desapegar-se do controle.

E apenas deixar ir.

Soltar.

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Estar no “modo zumbi”, no piloto automático.

Nas programações que vêm de fora.

Nas receitas infalíveis de sucesso…

Na concessão de seu poder pessoal para algo ou alguém fora.

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Estando presente no seu corpo, a mente do ego vai se acalmando, e aquele que você é começa a se manifestar neste corpo, nesta vida.

Retomar o seu poder pessoal.

A autocura vem para a realização.

A vida se estende.

O envelhecimento desacelera.

Os programas de regeneração de seu corpo são ativados.

O rejuvenescimento se manifesta.

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Nada será perfeito.

Não precisa ser perfeito e não será.

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Esta aventura é pessoal e intransferível.

Cabe a você escolher vivê-la.

Aí dentro de você, na sua quietude.

A cada dia, a cada momento.