“Eu sou” abre os portais para quem você realmente é!
Eu sou tímido; eu sou alegre; eu sou triste; eu sou rico; eu sou pobre.
Ao estabelecer uma qualificação à expressão “Eu Sou”, você limita o potencial da própria expressão.
Observe a diferença:
Você não é:
Alto, baixo, gordo, magro, branco, preto, alegre, triste, inteligente, ignorante, cabeludo, careca, jovem, velho etc.
Os diferentes adjetivos apenas descrevem a experiência que você está tendo.
Você está vivendo esta vida através de um corpo físico.
Todas e quaisquer características que este corpo físico possa ter apenas descrevem o corpo físico através do qual você tem suas experiências de vida.
Nenhuma, absolutamente nenhuma destas características define quem você é.
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Mais ainda.
Não importa o que você tenha vivenciado ao longo desta e de outras vidas.
Se você matou ou morreu. Se você roubou ou foi roubado. Se você foi corajoso ou covarde. Se você foi justo ou injusto. Etc.
A experiência vivida também não define quem você é.
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Então, tudo o que eu fizer e experienciar neste mundo não afeta a minha essência?
Resposta: Correto!
Eu posso fazer tudo o que quiser neste mundo?
Resposta: Sim, este é um mundo de livre-arbítrio!
Eu posso fazer o que quiser e isso não tem qualquer consequência?
Resposta: Não!
Tudo o que você fizer, pensar, falar, sentir, desejar, intencionar, escolher tem consequência!
A sua essência permanece intocada e eterna.
A sua experiência humana atual possibilita a você retornar à sua essência, encarnado neste seu mesmo corpo físico em uso.
Trazer o céu à terra.
Ancorar a sua luz neste seu corpo.
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Retornar à essência é um processo de alinhamento.
Você escolhe se alinhar com sua essência e o processo acontece por ressonância.
É, de fato, um realinhamento que acontece conforme você relembra quem você é.
Você apenas esqueceu e, se você está lendo ou ouvindo estas palavras, é porque já está relembrando.
Este retorno é chamado de ascensão, iluminação, despertar, conforme a sua preferência.
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Muitos ainda estão escolhendo viver experiências nos jogos da dualidade.
Ganhar e perder, dominar e ser dominado, controlar e ser controlado, matar e morrer, manipular e ser manipulado etc.
O retorno não acontece em consequência destas escolhas a cada momento.
Ao escolher os jogos da dualidade, eu escolho seguir em separatividade da minha essência.
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Muitos ainda escolhem viver prisioneiros de emoções não resolvidas, não liberadas.
Por exemplo: perdas rejeitadas, lutos não vividos por pessoas que morreram ou partiram ou por situações que se encerraram.
Saiba que estas escolhas são, na sua imensa maioria, escolhas inconscientes.
Escolhas baseadas no medo de sofrer.
Eu crio uma personalidade alegre para não olhar a tristeza que está logo abaixo.
Eu coloco uma máscara de adulto sério para não sentir a dor da criança interior.
Eu me submeto a uma relação que me é tóxica para não encarar o medo da escassez ou de profundas crenças de não merecimento, ou de não ser bom o bastante.
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Vivemos o que as antigas escrituras chamam de tempos da revelação.
Tudo aquilo que foi oculto vem à superfície para ser visto e liberado.
Aqui não há como pular a etapa.
Tudo aquilo que ainda permanece oculto está ou vai vir à superfície para ser visto.
No coletivo e no indivíduo, há dois caminhos para a revelação:
O velho caminho da inconsciência
Ao longo da jornada de vida, as densidades represadas vão se acumulando.
“Sapos engolidos”
Desejos não realizados.
Mágoa, ressentimento acumulados.
O fardo denso cresce.
O corpo físico acusa a presença do fardo.
Envelhece.
Adoece.
O corpo físico manifesta a densidade acumulada da melhor forma que for possível para o aprendizado da pessoa.
A manifestação do envelhecimento e/ou de quaisquer disfunções físicas é apenas a represa se rompendo e liberando a energia não resolvida.
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Assim como o corpo físico humano, o corpo planetário, Gaia, responde ao que precisa ser liberado coletivamente.
Terremotos, enchentes, secas, frio, calor são manifestações onde a consciência planetária responde àquilo que está chegando à superfície para ser liberado coletivamente.
Observe que não é o planeta que nos castiga.
Somos nós, coletivamente, que criamos a realidade ao nosso redor.
O planeta, Gaia, apenas responde ao que vibramos para nos ajudar a liberar quaisquer densidades.
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Um exemplo do coletivo:
O Japão é um país ajardinado, reflorestado, educado, cuidado.
No entanto, este coletivo carrega uma cultura veladamente xenofóbica e autoritária ainda não resolvida.
Neste cenário, muitas das mulheres, maiores vítimas deste autoritarismo familiar velado, preferem não se casar, para não se submeterem a um autoritarismo social velado e latente.
O índice de fertilidade* do Japão despencou desde as últimas décadas do século passado, particularmente quando as mulheres passaram a ter maior autonomia financeira, acelerando o envelhecimento da população, num país cuja cultura não aceita o estrangeiro e o imigrante como cidadãos.
A população do país encolhe. Muitos vilarejos já se tornam cidades fantasmas.
O último, apague as luzes…
*Mede o número médio de filhos por mulher (para a população ser estável, o índice deve ser acima de 2,1; no Japão, hoje, é de 1,15).
O caminho da Consciência
A Consciência intenciona a liberação.
A Consciência (a presença, o Eu Sou) testemunha o que emerge.
O corpo sente a emoção represada, em liberação.
A respiração consciente, a atenção (o foco) na emoção ou sentimento permitem soltar, transmutar a energia que estava presa.
A dor, a emoção reprimida oculta, vai sendo dissolvida enquanto a compaixão ocupa o espaço do sofrimento.
Compaixão por si mesmo.
Compaixão pelo outro, quer este outro tenha sido a vítima ou o agressor.
A cura, de fato, a autocura, então passa a se manifestar.
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Você não acessa a Consciência na correria do mundo.
A Consciência começa a ser tocada no silêncio e na quietude.
Você pode escolher ter momentos de quietude.
É você retomando o seu poder pessoal.
Apenas você pode fazer isso por você.
Não vem de fora, mas de dentro de você.
De fato, já está aí, esperando por você.
Assim é.